Saiu na mídia: Millennials e a Geração Nem Nem

Pesquisa exclusiva sobre os Millennials e a Geração Nem Nem

A MindMiners, em parceria com o Grupo de Inteligência Padrão, realizou uma pesquisa exclusiva para o CONAREC, um dos maiores eventos de comunicação do país. O estudo contou com uma amostra de 1000 pessoas, entre 18 e 32 anos (ou seja, Geração Y), de todas as regiões do Brasil.

O objetivo foi traçar um raio-x dos Millennials, assim como da chamada Geração “Nem Nem”, que reúne os jovens da Geração Y que nem trabalham e nem estudam e que, em nossa pesquisa, compõem 1/6 da amostra. O que eles pensam sobre educação, trabalho e economia compartilhada? E como encaram seu futuro profissional?

Apesar deste ser um tema bastante explorado, nossa pesquisa não apenas derrubou alguns dos mitos sobre os Millennials como também ajudou no entendimento mais profundo deste grupo que se considera trabalhador, esforçado e idealista.

Quer saber mais? Acompanhe os principais pontos divulgados por diversos canais de notícia sobre esse estudo.

A geração Millennial e o desemprego

A pesquisa foi divulgada pelo portal de economia do G1, em matéria que teve como foco o impacto do cenário de desemprego que o país enfrenta na geração Millennial. De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego do país chegou a 12,8% em julho de 2017. Entre os Millennials, a taxa é mais de dobro: 25%. Entre eles, 57% está desempregado há mais de um ano.

A pesquisa também foi pauta do Yahoo! notícias, que enfatizou a repercussão que a crise econômica teve no desempenho profissional dessa geração. Diante disso, o estudo da MindMiners ajuda a romper com o mito de que os Millennials são preguiçosos e pouco ambiciosos. A maioria dos jovens entrevistados (68%) aceitaria um que pague menos do que o esperado e 82% trabalharia fora de sua área original de formação.

Visão sobre as empresas

Como relata a reportagem da Exame, os jovens da geração Y questionam a ética e a dinâmica das empresas. 71% dos entrevistados consideram que as empresas não respeitam os seus funcionários e 75% não enxergam compromisso das empresas em melhorar a sociedade. Por outro lado, quando questionados sobre o emprego ideal, a grande maioria se mostrou interessado em trabalhar em empresas comprometidas com valores de inclusão e igualdade.

82% das pessoas ouvidas na pesquisa gostaria de trabalhar numa empresa onde não existe diferença salarial entre homens e mulheres e 61% quer trabalharem locais onde se discute a discriminação da mulher no âmbito profissional de forma aberta.

Ficou curioso para saber o que mais descobrimos? Baixe os resultados completos do estudo, que contemplam a percepção dessa geração Y sobre educação, trabalho e economia compartilhada aqui.

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