5 insights valiosos sobre hábitos de consumo de vídeo online

Profissionais de marketing estão sempre à procura de novas formas de chamar a atenção das pessoas, e o vídeo aparece cada vez mais como uma solução, provando ser uma formato eficiente para se comunicar com um público que está gradualmente se acostumando mais em receber estímulos visuais.

A MindMiners realizou um estudo sobre os hábitos de consumo de vídeo online, que foi realizado com 1 mil usuários, homens e mulheres de 12 a 65 anos, entre 8 e 11 de fevereiro, e divulgado com exclusividade pelo Meio&Mensagem. Nesse post vamos apresentar 5 insights importantes sobre o comportamento de consumo de vídeo online:

 1. O consumo de vídeo não é realidade somente entre os jovens

O estudo mostra que o consumo de vídeo já atinge todas as gerações, a diferença está no tipo de conteúdo que é consumido e não no formato. O público jovem prefere consumir conteúdo relacionado à filmes e séries ou conteúdo produzido por influenciadores digitais, enquanto o público mais velho (acima de 50 anos) prefere assistir à vídeos de notícias.

2. Não há diferença de comportamento entre classes sociais

O estudo não apontou nenhuma diferença significativa no hábito de consumo quando comparado os resultados por classe social, segundo o Critério Brasil, mostrando que esse formato de conteúdo já está bastante acessível no país.

3. O Youtube é a plataforma mais utilizada para consumir vídeo

O Youtube é a principal plataforma utilizada para consumo de vídeo online, e o Facebook aparece em seguida, para todos os perfis. Entre as redes sociais, o Instagram é a menos popular para o consumo de vídeo.

 

4. O smartphone lidera como meio mais utilizado para consumir vídeo online

Entre todos os entrevistados, o smartphone é o meio mais usado pela maioria para consumir vídeo, especialmente entre os mais jovens. Entre os entrevistados acima de 50 anos, o tablet e o notebook aparecem como uma opção.

 

5. A grande maioria das pessoas pula publicidade em vídeos

O estudo mostrou que a maioria das pessoas pula a publicidade em vídeo, apesar de uma boa parte (42%) das pessoas dizer que não se incomoda com os anúncios.

 

 

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