Mulheres: novos papéis

Independente. Mãe. Empreendedora. Dona de casa. Consumidora. Feminista. Quantas mulheres cabem dentro de uma só? E o que se passa na cabeça de cada uma delas quando o assunto é carreira, maternidade, assédio ou igualdade de gênero?
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Sabemos que cada mulher possui uma identidade própria, que é um resultado das escolhas feitas, valores e ideais construídos ao longo da vida. Mas conhecer de fato essas mulheres, saber como encaram as tarefas do dia a dia e entender como planejam seus passos em direção ao futuro faz toda a diferença na hora de uma marca pensar em como se relacionar com o público feminino.

Para isso, e durante quatro dias, conversamos com 1000 mulheres em todo o Brasil por meio de um questionário online.

Quer saber o que elas disseram? Então, vem com a gente descobrir como essas mulheres e seus novos papéis estão transformando a maneira como cada uma delas encara o mundo e, principalmente, definindo o que e de quem consomem. Boa leitura!

Jornada dupla

Apesar de 58% das mulheres entrevistadas trabalharem fora, seu dia é dividido entre o emprego e a casa. A rotina semanal de, em média, 40 horas passadas fora do lar (período integral) é somada a outras quase 10 horas dedicadas às tarefas domésticas e cuidados com a família.

Quando o assunto é a reforma da previdência, a jornada dupla de trabalho acaba justificando a opinião das mulheres de que, por isso, elas têm o direito a se aposentar mais cedo do que os homens. Atualmente, enquanto a proposta tramita no Governo, o texto final propõe a idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.

Ainda diante da percepção comum de que mulheres não possuem as mesmas oportunidades que os homens no mercado de trabalho, mais de 1/3 das entrevistadas afirmou já ter tido sua capacidade profissional rebaixada por ser do sexo feminino.

Motivações

Já quando se trata de igualdade no período de licença maternidade para homens e mulheres, opiniões bastante distintas são colocadas na mesa. Não há um consenso sobre qual seria a solução ideal, principalmente se considerarmos situações especiais como adoção de bebês por casais do mesmo sexo ou fatalidades como o falecimento da mãe.

Independentemente dos desafios e da preocupação com o cargo que ocupam, hoje, se tivesse que optar pela maternidade ou pela carreira, a maioria das mulheres ainda optaria pelo sonho de ser mãe. Daí a importância de tantas empresas oferecerem vantagens como, por exemplo, creches dentro de sua própria estrutura.

Essência feminina

Para falar de si mesmas as mulheres optam por palavras que remetam à força e ao fato de não desistirem com facilidade, reforçando a ideia de que o sexo feminino passa longe de ser frágil.

Já a maternidade é encarada como um ato de doação e como a maior representação de amor. Uma espécie de missão na qual o filho passa a ser o centro do universo e da vida daquela mulher.

Apesar de vivermos novos tempos e de as mulheres terem assumido múltiplos papéis, a cobrança pela maternidade ainda se faz presente nas famílias e círculos de amizades. Muitas ainda são vítimas de preconceito por optarem por não ter filhos.

Relatório na íntegra

Gostou do estudo sobre os novos papéis das mulheres? Dessa vez, focamos em carreira e maternidade. Mas você pode saber o que nossas entrevistadas disseram também sobre feminismo, assédio e violência de gênero, além de conhecer as marcas e personalidades que mais as representam.

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