Futuro do varejo: a experiência de compra online

Realidade aumentada. Atrasos na entrega. Bitcoins. Produtos com defeito. Clubes de assinaturas. Falta de segurança. Em meio a novas possibilidades e velhos problemas, como os brasileiros avaliam sua experiência de compra no ambiente digital?
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Muito se fala sobre comportamento e preferências do consumidor quando o assunto é varejo: como as diferentes gerações se comportam, quais são as resistências que o brasileiro ainda encontra para comprar pela internet, que tipo de produto não pode ser comprado pelo e-commerce. Essas e tantas outras discussões vem pautando estratégias de todo um segmento. Mas o que realmente podemos assumir sobre a opinião do público brasileiro em relação à compra online?

Durante 7 dias, conversamos com 1000 pessoas: homens e mulheres, de diferentes idades, perfis socioeconômicos e residentes em todo o Brasil.

Quer saber o que descobrimos sobre a relação dos brasileiros com o e-commerce? A MindMiners te convida para uma imersão no mundo do varejo. O objetivo é traçar um raio-x da experiência de compra online e mapear tendências e oportunidades.

Boa leitura!

Detalhes da amostra

O brasileiro não tem mais medo de comprar online

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A compra online já faz parte da rotina do brasileiro. 91% dos entrevistados já realizaram uma compra utilizando canais digitais. Nessa nova realidade, a exceção são aqueles que nunca viveram a experiência.

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44% realizaram entre 2 e 5 compras nos últimos 12 meses. Outros 22% fizeram entre 6 e 10 compras. Um volume bastante significativo para uma população que, até muito pouco tempo, se sentia insegura com a ideia de comprar pela internet.

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Compras online tem a mesma penetração nas gerações X e Y. Enquanto 92% dos Millennials já fez uma compra online, a porcentagem quando olhamos para a geração X é praticamente a mesma:
90%.

A tecnologia vem substituindo o papel do vendedor

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Com o smartphone nas mãos, o consumidor passou a ser o responsável por comparar funcionalidades dos produtos, buscar as opções mais adequadas às suas necessidades e consultar outros compradores.

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54% já utilizou um smartphone dentro de uma loja física para ler comentários/reviews sobre o produto que queria comprar. Outros 67% usaram o dispositivo, também dentro da loja física, para comparar preços.

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Com isso, a presença e o papel do vendedor começam a ser questionados. Para 39%, a presença do vendedor em loja física é motivo de incômodo. Dentre os Millennials, essa porcentagem chega a 42%.

Redes sociais como fontes de referências

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As redes sociais nunca estiveram tão presentes na jornada de compra. Para 56% são um lugar de compartilhamento de experiências positivas, garantindo assim mais segurança na hora de escolher produtos e marcas.

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Dentro dessa dinâmica, os comentários negativos ainda são os mais relevantes e, consequentemente, os que mais influenciam a opinião. 83% admitem prestar mais atenção neles do que nos comentários positivos.

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As redes sociais como um canal direto de compras. 38% já compraram um produto por meio de link em alguma rede social. O que ainda é tendência por aqui já se tornou realidade nos Estados Unidos com a Facebook Store.

Relatório na íntegra

Gostou do estudo sobre o futuro do varejo?

Dessa vez, focamos em discriminação e preconceito. Mas você pode saber também a opinião de nossos entrevistados sobre a representação de casais homossexuais e bissexuais na publicidade, além de conhecer as marcas que, segundo cada um dos targets analisados, melhor se posicionam para o Dia dos Namorados.

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