Experiência de parto, parto humanizado, depressão pós-parto e amamentação: esses são os temas centrais da segunda parte do estudo Maternidade Sem Filtro da MindMiners.

O objetivo do estudo foi entender a fundo a visão das mulheres sobre maternidade, conhecer o dia-a-dia das mães e desmistificar os diversos tabus que permeiam o tema. Para isso, entrevistamos 900 mulheres, entre mães e não mães, espalhadas por todo o Brasil, de todas as classes sociais e faixas etárias.

Na primeira parte do estudo Maternidade Sem filtros, abordamos temas como a visão de quem não é mãe, a divisão da criação dos filhos, os desafios das mães solo, a vida social pós-maternidade e o dia-a-dia de uma mãe. Se você ainda não leu, corre lá pra ver o que a gente descobriu.

Vamos a segunda parte? :)

Ilustração por Érika Lourenço

Planejamento da gravidez

Se uma coisa está clara, é que, com a chegada de um bebê, a rotina das mulheres muda completamente: as 24 horas do dia parecem não ser suficientes para dar conta de tanto, as horas livres desaparecem e o sono se torna um companheiro inseparável. Imagine, então, quando a gravidez não é planejada?

No estudo da MindMiners, quase 52% afirmou não ter planejado a gravidez. Esse número sobe para 58% para mulheres das classes CDE e para 60% de mulheres com até 24 anos.

Os números são similares ao que mostrou uma pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz de 2012: mais de 55,4% das mulheres que têm filhos no Brasil não planejaram a gestação. O percentual está acima da média mundial, de 40% de gestações não planejadas.

Além disso, de acordo com a Pesquisa Nacional do Aborto., mais de 500 mil abortos clandestinos são realizados todos os anos no Brasil, como resultado de gestações indesejadas.

Bota no planner: comer direitinho

Para as mães que tiveram uma gestação planejada, entre os principais preparativos antes da gravidez estão as vitaminas pré-natais (30%), a mudança para uma alimentação mais saudável (24%) e a realização de exames de saúde pré-concepcional (18%). Já durante a gestação, além da alimentação saudável (47%) e das vitaminas pré-natais (62%), quase 40% afirmou também ter parado de ingerir bebidas alcoólicas.

Dentre os motivos para a mudança na alimentação apontada por boa parte das mulheres, além de motivos como cuidado com o corpo (60%) e recomendação médica (47%), quase 44% disse acreditar que a alimentação poderia interferir nos hábitos alimentares da criança no futuro. Bem Black Mirror. Gostamos.


Acho que minha bolsa estourou

Parto normal, cesárea, na água, em casa, de cócoras, com fórceps. São tantos os tipos de parto realizados e discutidos hoje em dia que tornam esta uma escolha cada vez mais difícil para as futuras mamães. Cada um deles atende às necessidades específicas de cada mulher e cabe a elas a escolha do melhor caminho a seguir.

Brasil e cesárea: mais que migos, friends

Apesar da extensa variedade de tipos de parto, vale lembrar que o Brasil é o segundo país com maior taxa de cesáreas do mundo, representando 57% dos partos no Brasil. Esse é um número muito acima do que recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o órgão, a taxa ideal é em torno de 10% a 15%. Na rede pública de saúde, as cesarianas representam 40% dos partos, enquanto, na rede particular, chegam a 84%.

No estudo da MindMiners, 47% relatou ter realizado cesárea, enquanto 49% optou pelo parto natural no hospital.

Os principais motivos para a escolha do parto natural foram a recuperação pós-parto mais rápida (57%), a crença de que seria melhor para o bebê (34%) e por indicação médica (28%). Já para a escolha pela cesariana, 39% apontou a indicação médica e 37% relatou problemas na gravidez ou com o bebê. O medo da dor aparece logo em seguida (18%).

A experiência do parto

O que você imagina ao pensar em um parto? Muito provavelmente, as imagens que passam na sua cabeça ao tentar imaginar o trabalho de parto incluem uma mulher gritando de dor, suada, cansada e assustada, enquanto seu parceiro fica ali do lado, perdido, igualmente nervoso. Afinal, essa é a maneira como o nascimento costuma ser retratado em filmes, séries, novelas e insira-aqui-qualquer-outro-tipo-de-conteúdo. Mas, acredite: não é bem assim - ou, pelo menos, não precisa ser.

Ninguém duvida que o trabalho de parto pode ser muito doloroso para as mulheres, mas já é possível amenizar essa dor com algumas técnicas e práticas médicas.

Parto humanizado: respeita as mina

O termo parto humanizado vem sendo cada vez mais usado nos últimos anos. Diferente do que muitas pessoas pensam, parto humanizado não é sinônimo de parto sem anestesia, parto na banheira ou até parto em casa: ele consiste em um conjunto de práticas e procedimentos que buscam readequar o processo de parto dentro de uma perspectiva menos intervencionista, mais acolhedora e respeitosa, seja natural ou via cesariana.

Isso significa deixar a natureza fazer o seu trabalho, realizar um mínimo de intervenções médicas e apenas as autorizadas pela gestante – sempre levando em consideração a segurança e saúde dela e do bebê.

Quando há necessidade de intervenções, estas são sempre baseadas em evidências e argumentos científicos comprovados. A intenção é evitar práticas como a episiotomia, um procedimento no qual se faz um corte na vagina da mulher para ajudar o bebê a sair. Além disso, vale dizer que o parto humanizado não se limita apenas ao momento do nascimento do bebê, mas sim à todo processo da gestação, do nascimento e do pós-parto.

Apesar do termo parto humanizado ter se tornado cada vez mais conhecido, a prática não parece, ainda, ser tão comum. No estudo da MindMiners, 82% relatou já ter ouvido falar de parto humanizado. Em contrapartida, apenas 21% dessas mulheres afirmou ter tido um parto humanizado.

Em alguns casos, o motivo apontado por essa escolha foi de não terem conhecimento dessa opção antes do nascimento de seus filhos, mas o medo, a falta de mais informações sobre as práticas envolvidas e a ideia errônea de que não é possível ter um parto humanizado em cesarianas também apareceram nos relatos das mães.

E, como a experiência de parto é sempre muito diferente de uma mãe para outra, pedimos para as participantes compartilharem como foi essa experiência. Confira abaixo alguns relatos nas palavras das mães:

"Tive muito medo e bastante dor, mas tanto os médicos como os enfermeiros me acalmaram o tempo todo. Eu sabia que estava em risco e sentia o alarme na voz deles, mas só me contaram isso quando eu já estava no quarto, porque eu deveria fazer um acompanhamento mais de perto e teria de ficar no hospital mais tempo. Apesar do medo me senti a pessoa mais feliz do mundo quando pude ver a minha filha."

"Foi uma experiência dolorosa, porém extremamente diferente e emocionante."

"Foi desafiador. Apesar dos analgésicos, ainda senti muita dor e tive que fazer muita força pra trazer minha filha ao mundo."

"Foi emocionante e ao mesmo tempo preocupante. Como foi meu primeiro parto, tudo é diferente, novo e estranho. Doloroso e ao mesmo tempo a sensação de gerar uma vida que é totalmente dependente da mãe. Acho que as mulheres deveriam falar mais umas com as outras sobre as fases da mulher: adolescência, maturidade, mãe e esposa. Quando meu filho nasceu, tudo veio a tona, a sensibilidade aflorou."

Baby blues

O tão aguardado dia chegou: depois de nove meses de gestação e de longas horas em trabalho de parto, seu bebê finalmente está aqui. Dá para imaginar um momento mais feliz na vida de uma mãe? Pode ser que você imagine uma mulher sorrindo, toda feliz, com seu filho dormindo no seu colo. Mas a verdade é que nem sempre é assim.

O período de puerpério pode representar o começo das dores de ser mãe e é um momento difícil física e psicologicamente para a mãe. O puerpério diz respeito à fase que vai desde o parto até o corpo da mulher voltar ao que era antes da gestação e é marcado pela queda da alta carga hormonal dos noves meses de gestação. Somado a isso, essa mulher agora se tornou mãe e precisa encarar a sua nova realidade, as mudanças e os novos desafios diários. E não é só isso: socialmente, essa mãe ainda se sente pressionada a se sentir feliz e grata pelo nascimento de seu filho, o que pode causar culpa e agravar esse período tão difícil.

É por isso que, nesse contexto, muitas mulheres vivenciam sentimentos como tristeza, solidão e melancolia. Na maioria dos casos, trata-se da tristeza materna, também conhecida como baby blues, a forma mais comum e leve de depressão, que costuma acontecer durante os primeiros 14 dias após o parto.

Segundo a American Pregnancy Association, cerca de 70% a 80% das mulheres sofrem no período puerpério, porém a maioria não se sente à vontade para falar disso abertamente.

Afinal, baby blues é sinônimo de depressão pós-parto?

Não. Apesar de apresentarem sintomas parecidos, os dois quadros são muito diferentes. Enquanto o baby blues é passageiro, causado apenas pelas alterações hormonais bruscas que a mulher sofre no pós-parto, a depressão é um problema que costuma acometer mães que já tinham antecedentes, como transporto psicológico ou traumas, e não é ocasionada pela gravidez ou pelo nascimento da criança. Por isso, nesses casos, é importante que a mãe faça acompanhamento médico.

Uma a cada quatro mulheres tem depressão pós-parto no Brasil, segundo estudo da Fiocruz divulgado em abril de 2016.  De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse índice é de 19,8% no mundo, e a doença atinge, principalmente, mulheres de baixa renda. A média brasileira, segundo a OMS, é maior do que a registrada nos Estados Unidos, na Austrália e em alguns países da Europa.

No nosso estudo, 16% disse ter sofrido depressão pós-parto, enquanto 17% não soube dizer. Confira abaixo alguns relatos de mães que enfrentaram a depressão pós-parto:

A depressão, nas palavras delas

“Eu me sentia muito só, muita pressão pra ser a mãe perfeita, não tinha apoio de ninguém pra falar que eu estava fazendo um ótimo trabalho, só julgamentos.”

"Eu chorava muito porque queria minha barriga de grávida de volta, me sentia estranha e cansada mentalmente e por vezes olhava pra minha filha chorando e deixava que ela chorasse por mais que eu soubesse que ela chorava pra mamar ou pra estar comigo, eu simplesmente não queria pegar ela, por uns minutos. Logo a sensação passava e eu amamentava e cuidava dela, mas várias vezes eu sentia um misto de tristeza, cansaço e raiva, sem sentido.”

“Chorava muito e sentia um grande pesar por não ser bem compreendida por meus familiares.”

“Nos primeiros dias foram muito difícil, tive dificuldade de sentir aquele amor incondicional  igual o segundo filho, eu queria muito amar ele da forma que ele merecia. Eu chorava muito, pedi a Deus para colocar mais amor no meu coração por ele. Com o tempo de mais ou menos um mês eu melhorei bastante Hoje meu filho vai fazer quatro meses e amo ele muito mesmo, é um amor sem igual.”

“Antes não se falava em depressão pós parto. Eu não sabia desse diagnóstico e minha família também não. Eu chorava muito escondido.”

“Me sentia horrível. Cansada e desgastada por ser mãe. Me sinto até hoje.”

Os desafios da amamentação

Se já não bastasse a dor do parto, as oscilações hormonais após o nascimento do bebê, o choque de realidade e a pressão da sociedade para estar sempre bem, a maternidade ainda traz mais um desafio, e dos grandes: a amamentação. Se engana quem acha que amamentar é algo simples e totalmente intuitivo. Amamentar pode doer, sim, e muito: seios muito cheios, bico rachado e a pega errada do bebê podem dificultar muito o aleitamento materno. A consequência disso é que, por esses motivos, boa parte das mães acaba desistindo de amamentar.

No estudo da MindMiners, mais da metade das mães afirmou ter enfrentado dificuldades para amamentar seu bebê. Dentre elas, quase 8% nunca conseguiu amamentar. Bico rachado, falta de leite, dores excessivas, bico invertido e pega errada do bebê foram os principais motivos apontados por essas mães.

Como foi para elas

"Senti dores no começo ao amamentar era quase uma tortura, mas com o tempo foi ficando melhor."

"Não tive grande produção de leite, além de não ter formado bico no peito e minha filha não conseguia pegar e das poucas vezes em que conseguiu, meu peito acabou ferindo e a dor era inevitável. Como ela não ficava satisfeita com a quantidade de leite que conseguia sugar, no tempo em que eu conseguia aguentar a dor, decidi parar com a amamentação. Acredito que também tenha sido por falta de orientação na época"

"O leite demorou muito a surgir, meu bebê chorava de fome, o emocional dificultou um pouco, mas fui insistente e não desisti. Amamentei os dois até os 3 anos. Experiência fantástica."

Mas por que amamentar é tão importante, mesmo?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define o leite materno como o alimento mais completo e mais nutritivo para o bebê, durante os primeiros seis meses de vida, por apresentar a quantidade ideal de água, proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas e sais minerais, ao mesmo tempo em que previne doenças, reduz o risco de obesidade e garante um desenvolvimento cerebral saudável.

Segundo a OMS, o aleitamento materno é a “a estratégia isolada que mais previne mortes infantis”. Dados da organização apontam que, no Brasil, somente 40% das crianças têm amamentação exclusiva nos seis primeiros meses de vida. A média é de apenas 54 dias, quando o recomendado pela OMS é de 180 dias.

Agosto dourado

O mês de agosto é conhecido como Agosto Dourado porque simboliza a luta pelo incentivo à amamentação. Desde 1992, entre os dias 1 a 7 de agosto, acontece a Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), iniciativa promovida pela Unicef e pela OMS que tem como objetivo informar e conscientizar mães sobre a importância do aleitamento materno. A semana é marcada por diversas ações em prol da amamentação que acontecem em 120 países.

De peito aberto: um documentário sobre amamentação

Longa-metragem De peito aberto

Com lançamento previsto para o início desse mês em São Paulo, o longa-metragem, dirigido por Graziela Mantoanelli, retrata a história de seis mulheres de realidades diferentes vivendo os desafios da amamentação, passando pelos obstáculos pessoais, sociais e familiares que enfrentaram. Além disso, conta com a participação de diversos profissionais, que discutem o tema do ponto de vista histórico, social e, claro, clínico.


O tabu da amamentação em público

Com certeza você já ouviu falar de algum caso em que uma mãe foi repreendida por amamentar em público. Relatos de mulheres que foram reprimidas ou constrangidas ao amamentar seu bebê em público são bastante comuns - uma prova de que o peito feminino é sexualizado até quando está sendo utilizado em sua função primária.

No estudo da MindMiners, 30% relatou já ter se sentido constrangida ao amamentar em público. O fato é que até mesmo as mães que nunca passaram por uma situação que consideram realmente constrangedora, provavelmente já se sentiram vítimas de olhares de reprovação, que acabaram tornando o momento da amamentação desconfortável.

A opinião delas sobre amamentar em público

"Algo natural, que deveria ser tratado como tal. A mãe tem que ter o direito de amamentar em qualquer lugar, sem preconceitos. Amamentar é o maior carinho que a mãe pode ter pelo filho, e por isso não pode ser impedido, principalmente por terceiros. A amamentação não é um ato libidinoso e sim um ato de amor."

"Se a criança está com fome a mãe tem que alimentá-la. Seios sexualizados em propagandas não incomodam, por que seios sendo usados pra função para a qual eles existem deveriam incomodar?"

"Como é algo natural, não deveria ser tabu para algumas pessoas. Os bebês e recém nascidos precisam ser amamentados na frequência que quiserem, e as mamadeiras são muito prejudiciais ao desenvolvimento do bebê. Amamentar estimula os músculos da boca do bebê, treinando a fala no futuro. Conheço várias pessoas adultas que tiveram/tem problemas de dicção e elas tem algo em comum, tiveram a amamentação interrompida.

"Durante a gravidez, pensei que não conseguiria fazer isso. Depois, com o filho nos braços e com fome, a única coisa que pensava era em alimentá-lo logo."

O direito à amamentação virou lei

Em março deste ano, o Senado aprovou, em regime de urgência, um projeto para penalizar, com multa, a violação do direito à amamentação. O texto (PLS 514/2015) assegura o direito das mães de amamentar em local público ou privado sem sofrer qualquer impedimento. A matéria faz parte da pauta prioritária da bancada feminina na defesa dos direitos das mulheres e segue agora para a Câmara dos Deputados. A proposta da ex-senadora Vanessa Grazziotin estabelece que, mesmo havendo espaço reservado para amamentação nos estabelecimentos, cabe somente às mães decidirem se querem ou não utilizar o local.

Apesar de a amamentação ainda ser encarada como um tabu na nossa sociedade, qual é a opinião das mães sobre o assunto? Será que o ato de amamentar pode ser prazeroso, mesmo sendo tão dolorido? Será que as mães gostam de amamentar seus filhos ou o fazem apenas porque precisam?

Para descobrir isso, incluímos algumas frases sobre amamentação e pedimos às mães que indicassem se concordavam ou não com as afirmativas. Os resultados trouxeram dados bem interessantes sobre a opinião real de quem vive ou já viveu a experiência de amamentar:

  • 33% disse não ter gostado ou não gostar da experiência da amamentação, enquanto 50% relata gostar/ter gostado dessa experiência.
  • Sobre a falta de leite, mais de 60% afirmou que ficava muito preocupada quando o leite não era suficiente.
  • Metade das mães afirmou sentir ou ter sentido dor durante a amamentação.
  • 25% vê a amamentação como a parte mais difícil da maternidade
  • Apesar de toda a dor, da preocupação constante com a falta de leite e de todas as dificuldades envolvidas no ato de amamentar, 86% enxerga a amamentação como um momento prazeroso com o bebê.

Nove meses de espera, horas de dor durante o trabalho de parto, oscilações hormonais que desestabilizam a mente e o corpo da mulher, dor na hora de amamentar, depressão pós-parto, e a pressão constante da sociedade para exercer, com excelência, o papel de mãe como mostram os filmes e as propagandas. Afinal, será que vale a pena? Apesar de tantas dificuldades a serem enfrentadas, as fotos compartilhadas pelas mães no estudo provam que amor de mãe é mesmo incondicional, e que a alegria de ver seus filhos bem faz tudo valer a pena. Como disse Machado de Assis, "amor de mãe é a mais elevada forma de altruísmo".


Calma que não acabou

Essa é a segunda parte do estudo Maternidade Sem Filtro da MindMiners. Esse estudo está dividido em quatro partes, que serão divulgadas aqui no blog da MindMiners.
Na terceira parte do estudo, falaremos sobre consumo, marcas e publicidade. Vamos abordar as principais fontes de informação sobre maternidade, a influência dos filhos nas decisões de compra e consumo, as marcas que as mães associam à maternidade e os estereótipos de mães na publicidade brasileira - e o que elas pensam disso tudo.

Fique de olho no nosso blog para não perder a próxima parte do estudo sobre maternidade!